Registro de Viagem

Nova Friburgo / RJ

 
 
 
Nova Friburgo é uma cidade centro-norte do estado do Rio de Janeiro, a uma altitude média de 985 metros, distando 136 km da capital. Ocupa uma área de 933,414 km². Compreende os distritos de Riograndina, Campo do Coelho, Amparo, Lumiar, Conselheiro Paulino, São Pedro da Serra e Mury. 

Mapa dos Distritos de Nova Friburgo
 
A sua população, no dia 1 de agosto de 2010, de acordo com o censo do IBGE, era de 202.085 habitantes. As principais atividades econômicas são baseadas na indústria de moda íntima, olericultura, caprinocultura e indústria (têxteis, vestuário, metalúrgicas e turismo). É também a cidade mais fria do estado.

 

Nós fomos em Junho de 2010 entre os dias 25 e 28, apenas alguns meses antes da tragédia das chuvas que ocorreu em Janeiro de 2011, ficamos no Hotel Primus infelizmente que fechou após a tragédia.

 
Área externa do Café da Manhã e Hotel ao Fundo.
Em seu lugar abriu o Hotel Serra Everest, mas só posso falar do Hotel Primus que conheci, mas pelas minhas pesquisas, o novo possui o mesmo padrão e acho que até melhor. Quanto ao Hotel Primus era um hotel com quarto médio conforto, sem aquecimento no quarto mas com bastante edredons pra suportar o frio, nosso quarto tinha visão do Teleférico.
 
Vista do Quarto – Morro do Teleférico ao fundo.
São 2 piscinas, uma no pátio interno do hotel e outro do outro lado da rua onde fica a área de café da manhã, porém esta estava meio vazia e não estava limpa na época. 

Piscina na área interna do hotel
Piscina na área de café da manhã
 
 
 
Na área externa do salão do café da manhã tinha também um viveiro com aves, um laguinho (bem pequeno mesmo) com peixes e estátuas de foca ou leão marinho e parquinho infantil que pode ser visto na 2ª imagem no início.
 

 
 
 

 
 
 
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A área interna do salão do café da manhã era bem bonito organizado e com um meeeega café da manhã com tudo que tinha direito, sucos, bolos, pães, doces, pudins, salgadinhos, pastéis, etc. e mais etc… muito bom mesmo.

 
 

 
 
 
 
 
 
 
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1º Dia:

 

 
No dia 25 fizemos o passeio de teleférico, fica bem no centro e é de fácil acesso,  na praça do suspiro.


Este teleférico possui 2 estágios, totalizando 1.500 metros de extensão e leva ao alto do Morro de Santa Cruz de onde se tem uma visão panorâmica da cidade.

(Até a data desta postagem, somente o 1º estágio estava funcionando depois de um bom tempo fechado por conta das tragédias de 2011).


 
 
 
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A noite ficamos no hotel para descansar.
 



 

2º Dia:

     

 

No dia 26 após um majestoso café da manhã fomos para Lumiar, onde fizemos um passeio com a Aventura Tour pela região de Lumiar, São Pedro da Serra, Boa Esperança e Boa Vista, passando por 4 cachoeiras, entre elas a São José e Indiana Jones. Foi um passeio de aproximadamente 6 horas. No meio do passeio teve uma parada em uma pastelaria onde tem um pastel de broto de bambu, é bem diferente não consigo dizer se era bom ou ruim, apenas normal. No final do passeio lá para as 15:30 hs. almoçamos no Restaurante e Pizzaria Tiê, comida simples e boa, no centrinho de Lumiar. 
        

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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A noite fizemos um passeio de charrete pela cidade com um senhor muito simpático e depois na volta para o hotel paramos na Praça Demerval Barbosa Moreira onde uma pequena orquestra se apresentava, bem legal.
 

 
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3º Dia:


No dia 27, após o café, fomos ao Jardim do Nêgo onde o artista cearense Geraldo Simplício, o Nêgo, esculpe figuras gigantes nos barrancos de sua íngreme propriedade, No final da visita, não deixe de ouvir as histórias do artista.



Este mapa mostra a entrada para a rua onde está localizado o Jardim do Nêgo

 

 
            
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Depois fizemos uma parada na Queijaria Suiça onde também fica o Museu de Taxidermia “O Pequeno Mundo de Marco”, fundado por Marco Antônio Bohrer de Carvalho que faleceu tempos depois. Para quem não conhece, taxidermia é nome técnico do empalhamento de animais – é um processo onde só a pele do animal é aproveitada para “vestir” um manequim de poliuretano, tipo esses que a gente vê em vitrines. Antes não era assim. O animal era aberto, suas vísceras retiradas e, no lugar delas, era colocado algodão, juta ou palha – daí a palavra empalhamento, que não se usa mais.

 

 

 

 
 
 
Este senhor a direita é o Marco Bohrer, fundador do museu.
Ele faleceu tempos depois de nossa visita ao museu.
 
 
 
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Após a Queijaria e o Museu, fomos ao Parque do Cão Sentado passando antes pela Cachoeira Véu de Noiva (que por ser artificial – resultado do excesso de água que jorrava do canal que transportava o líquido para as máquinas da usina do Catete) teve o fluxo interrompido porque a tubulação foi derrubada por barreiras, secando após a tragédia de 2011).
      
 
 
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O Parque do Cão Sentado, que é uma Unidade de Conservação privatizada em 2003, tem como principal objetivo à preservação dos ecossistemas presentes nesta pequena área da “Mata Atlântica”, proporcionando aos seus visitantes, atividades de lazer e esportes, lá subimos uma trilha de mais de 700 m., por uns 45 min com paradas para descanso, a trilha é bem ingrime em alguns pontos, passa por várias pontes, escadas de madeira e por grutas, mas é bem sinalizada e não necessita de guias, chegamos pingando suor, entretanto a vista da pedra do Cão Sentado é linda. Segundo estudiosos, esse ponto turístico surgiu em uma cratera, devido a um acidente geográfico que ocorreu a três mil anos A.C., quando a terra sofreu um abalo sísmico. Com a onda de calor e o frio intenso, formou-se a Pedra do Cão Sentado, símbolo natural da cidade de Nova Friburgo.
 

 
 
       
   
 
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Voltamos na cachoeira Véu da Noiva e depois fomos para o hotel, já havia anoitecido e resolvemos sair para jantar, então fomos ao Restaurante Rei da Picanha, pedimos um prato para 2 que parecia para 4 ou 6, resultado, sobrou muita coisa, a comida é muito farta, vale a pena conhecer.
 
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4º Dia:

Chegou o último dia, tomamos super café da manhã, fizemos o check-out no hotel, mas antes de voltarmos para casa demos uma passada no Nova Friburgo Country Club,   cercado por mata nativa possui lagos, trilha e pista de cooper, seus jardins são abertos para não-sócios, vale a pena a visita, logo na entrada você passa por um “túnel” de bambuzais, bem interessante. O melhor de tudo é que é de graça.
        
     
     
            
 
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E esse foi o nosso Registro de Viagem em Nova Friburgo, espero que tenham gostado, qualquer dúvida ou comentário só postar abaixo.

Um Abraço de Richard e Jô.

 

 
 
 
 
 
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